(Acontecimentos anteriores ao tempo presente no livro)
Linha do tempo
495 – Arariborn e sua
tribo participam da guerra para a expulsão dos invasores que vieram além do
Grande Mar e dominaram o reino a oeste do Mar Pequeno.
500 – Devido á sua
ajuda decisiva na vitória do reino do oeste, Arariborn é convertido à religião
oficial, casa com a filha menor do rei e recebe terras a leste do Mar Pequeno
para que fossem ocupada. Arariborn distribui terras para a pequena nobreza do oeste
que viera com ele e se nomeia Grande Rei do Grande Reino de Nictheroy.
501 – Tomada do litoral
sul do que hoje é o reino de Guarini por parte de Menosur, irmão de Arariborn e
fundação da cidade de Massiambú. Foi a primeira região do norte a ser ocupada.
502 – Ocupação do lado oeste
da ilha próxima ao litoral norte. Fundação da cidade de Atiaia e criação do
reino de Capão.
507 – Os exércitos de
Menosur chegam ao limite da floresta de Mundeo a leste e é fundada a cidade de
Uirapa, onde o guerreiro determinou que seria sua morada, e o reino de Pauá,
508 – Os exércitos de
Menosur avançam para o norte do reino de Pauá e esbarram n’A Muralha, uma
barreira natural.
509 – Menosur
ultrapassa A Muralha e toma o norte do reino de Guarini (ao norte do Deserto
Cay). Parte de seu exército se dirige para o litoral à oeste e toma as jazidas
de ouro de uma tribo bárbara conhecida como Coztic e completa a formação do
Reino de Guarini.
510 – Expulsão dos
últimos povos bárbaros do norte do reino, estabelecimento da fronteira norte do
Grande Reino e início da construção do forte de Batarra.
511 – Menosur morre em
condições suspeitas. Provavelmente assassinado por um rival.
513 – Axel, filho de
Manosur, dá continuidade à expansão da região norte, dessa vez para leste, para
dentro da floresta de Mundeo, onde encontram um povo não humano e guerreiro (os
Curupis). Nesse ano Axel morre numa batalha com os Curupis.
Erich Nagel sequestra a
filha de Axel, com que irá se casa, e se declara herdeiro do trono de Pauá,
continuando sua expansão para dentro da floresta de mundeo.
523 – É fundada a
cidade de Axel, a beira do lago Pitangá, capital do reino de Tanguapena. Boa
parte da floresta já havia sido destruída e o povo curupi recuando cada vez
mais.
529 – Nagel força a
expansão até a base da cordilheira Mictian, onde é morto por uma emboscada
curupi. Lá, exprimida entre florestas é fundada a cidade de Caête e o reino de
Mundeo, completando a Guerra de Conquista e a expansão do norte.
563 – Concluída a
construção de Batarra, a Última Fortaleza.
610 – Povos bárbaros se
unem ao norte do Grande Reino e tentam invadir Pauá. A coalizão de reinos do
norte e seus vassalos derrotam os bárbaros depois de uma sangrenta batalha.
625 – O reino do oeste,
com pretensões imperiais, se afasta do Grande Reino de Nictheroy, diminuindo
muito as transações comerciais, para se dedicar à uma rápida expansão para o
ocidente.
628 – Condições
climáticas prejudicam a colheita desse ano.
629 – As condições
climáticas ruins se repetem e os senhores feudais aumentam a exploração sobre o
servo para que não falte comida para os nobres.
630 – Devido as
condições anteriores uma crise de fome se espalha por todo Grande Reino,
juntamente com uma peste que mata milhares de pessoas em dois anos.
632 – O cenário
conflituoso, vira revolta popular generalizada, tanto no campo como na cidade.
Começando em Uirapa e nos campos ao redor da capital de Pauá e se espalhando
rapidamente por todos os reinos do norte. Centenas de castelos foram saqueados
e queimados e inúmeros nobres, grandes e pequenos, assassinados (inclusive o
rei de Pauá).
633 – A revolta chega à
região central e só então o Grande Rei Gerald Silver convoca todos seus
vassalos para unirem forças contra os populares. No final de 633 já não há mais
focos dessa revolta e o número de servos e pequenos artesãos massacrado
incalculável.
635 – Sob a liderança
do Grande Rei Gerald Silver e apoio total da Santa Igreja inicia-se a cruzada
rumo a leste, com o objetivo de ultrapassar as temíveis cordilheiras Mictian e
expandir o reino para o oriente, levando a civilização e a religião.
641 – Os cruzados
ultrapassam as montanhas e chegam ao oriente, no que ficou conhecido como “vale
próspero”.
645 – Depois de uma
inspeção rápida, somente neste ano uma segunda cruzada foi para o vale próspero
com o objetivo de ocupa-lo efetivamente, já com a divisão da região em cindo
reinos e a definição de quem ficaria com que pedaço de terra.
647 – Depois de muita
pressão dos reinos do norte que se sentiram lesados na distribuição de terras
no vale próspero, não se chega a nenhum acordo e inicia-se a Rebelião do Norte,
ou Guerra ao Norte, ou Guerra de Honra (como é conhecido exclusivamente nos
reinos do norte).
Neste mesmo ano, os
reis do norte e seus vassalos, liderados pelo rei de Pauá, Meine Nagel,
derrotaram os exércitos de Ré-Guaíba, tomando a cidade de Porã.
648 – Os reis do norte
derrotam os exércitos de Baimbada e Ocara juntos já no reino Ocara e avançam
para os portões da cidade capital de Ocaraçu.
649 – O cerco à cidade
dura quase um ano, mas nem os reis do norte conseguiam invadir, nem o Grande
Rei conseguia derrota-los. Até que, unindo forças com os reinos centrais de
Cacupé e Jaraguá, o reino nortenho de Capão surpreendeu o exército nortenho e
derrotou o cerco à Ocaraçu.
650 – Por fim o
exército de Pauá se rendeu já nas margens do rio Anamoti, do outro lado dos
portões de Uirapa. Neine Nagel foi condenado à morte, mas seus filhos e os
demais reinos foram perdoados, precisando apenas renovar seus votos de lealdade
com o Grande Rei. O Rei de Capão recebeu como prêmio por sua lealdade, uma
terra ao norte do vale próspero, um sexto reino para que ele desse à algum
vassalo à sua vontade.
676 – Terminada a
construção da “Estrada Sul” ligando a cidade de Ocaraçu no reino capital de
Ocara, a vila de Piaçaba, na base da cordilheira Mictian e onde começava a
“Estrada da Montanha”.
700 – Graças ao
comércio entre o Vale Próspero e as demais regiões do Grande Reino e Além, a
região sul (que nesse momento era apenas área comunal dos reinos centrais)
prosperou economicamente e os comerciantes enriqueceram rapidamente. No início
do século, a cidade de Mbê já era o maior e mais importante porto do Grande
Reino e a cidade Taba a principal feira-livre.
705 – Construção das
“torres das kyras” na Estrada Sul, na beira do cânion Caninana com o objetivo
de cobrar o novo imposto real sobre o tráfego na Estrada Sul. A primeira de
muitas iniciativas e taxas decretadas pelo Grande Rei para controlar o comércio
na região.
710 – A região sul está
envolta em pequenos conflitos envolvendo comerciantes, bandidos de estrada,
piratas e as forças reais enviadas pelo Grande Rei para garantir as cobranças
de taxas.
711 – Taba constrói uma
muralha para proteger de saques e outros ataques. No final deste ano Mbê também
constrói uma muralha.
719 – Decreto real
obriga que toda mercadoria que saísse do Grande Reino de Nictheroy para o
Império do Oeste deveria sair necessariamente do Grande Porto, o porto real na
cidade capital de Ocaraçu. Conrad Lewis, principal comerciante de Taba e Gayle
Adam, principal comerciante de Mbê deixam de lado a rivalidade antiga e selam a
paz para lutarem contra o decreto real. Para isso financiam um grande exército.
720 – O exército
reunido de Adam e Lewis marcham em direção à Ocara ganhando apoio e homens
pelas terras da região. Chegando as margens do Rio Akitã, fronteira com o reino
de Ocara eles encontram os exércitos do Grande Rei, liderados pelo próprio. O
Grande Rei se encontra com Adam e Lewis e propõe negociar a paz: ele manteria o
decreto real em relação ao porto, em troca daria autonomia para a região sul,
que poderia organizar sua própria cobrança de taxas nas suas terras e seu
sistema político, desde que jurassem lealdade ao Grande Reino de Nictheroy e ao
Grande Rei e desfizessem o exército. Conrad Lewis aceitou a proposta, mas Gayle
Adam continuaria com o seu porto em Mbê prejudicado e se recusou a aceitar.
Então os homens comandados por Conrad, se juntaram ao exército real e massacram
os homens de Adam. A batalha ficou conhecida em Ocara como “Batalha de Akitã”,
em Taba como “Batalha de Independência” e em Mbê como “Batalha da traição”.
801 – Guerra aos
Piratas. O Grande Rei convoca seus vassalos com poderia naval, financiados
pelos grandes comerciantes da Região Sul e invadem a Floresta dos Piratas no
Reino de Capão.
806 – Depois de cinco
anos de guerrilhas na selva, o Grande Rei morre numa batalha no reino ilha e a
guerra acaba fracassada. Reforça-se a crença de que a família real de Capão
protege os piratas.
884 – União dos povos
bárbaros do norte do Grande Reino invadem o reino de Pauá e quase tomam a
fortaleza de Batarra, acabando por serem derrotados pelo Duque de Batarra.
910 – Raymond Lewis é
eleito governador de Apecatu.
* Esses são os
acontecimentos mais relevantes para o Grande Reino e não os únicos
acontecimentos.
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